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O FRANGO DA DISCÓRDIA

A prisão dos trabalhadores no Cenpes que se apossaram da comida que ia para o lixo virou tema nacional tal qual “Avenida Brasil”, cujo tema também é o lixão.

Como numa novela, estamos aguardando os emocionantes próximos capítulos: a direção da Petrobrás se faz de morta e até agora não se pronunciou a respeito do tema. Joga toda a culpa na dona da Ultraserv. Como em toda novela, a fofoca corre solta. Dizem que a dona da Ultraserv é amiga do vice-governador do Rio “Pezão” e por isso se acha poderosa.

A dona da Ultraserv que mandou os trabalhadores ficarem em fila indiana, revistou um a um, mochila e bolsa, enfiou três trabalhadores no camburão, levou para a delegacia e prendeu, deve explicações? Ela se defende dizendo que os alimentos não estavam vencidos e nem estavam estragados. Mas a Anvisa determina que alimentos congelados colocados para consumo humano não podem ser reaproveitados, depois de descongelados. Se esse frango não iam para o lixo, para onde ia?

A juíza que mandou prender Claudio Charles, Diogo Cardoso e Marcos Paulo não quis falar a imprensa, nem o promotor. Mesmo ameaçados de demissão e transferência pela dona da Ultraserv, os trabalhadores da empresa fizeram uma paralisação em 29 de agosto, um dia depois da prisão de Claudio, quando Diogo e Marcos Paulo ainda eram considerados “foragidos da justiça”. Um belo exemplo de solidariedade e de coragem.

Vamos aguardar os próximos capítulos da novela ligados, pois esta em jogo o destino de três trabalhadores e suas famílias.

Se vivemos no país da impunidade, onde os verdadeiros criminosos gozam de liberdade condicional, prisão domiciliar e costumam responder a processos em liberdade, muitas vezes assistindo à prescrição de seus crimes sem conhecer a cadeia; de fato, prender um jovem em Bangu 1, por desvio de comida ao que tudo indica destinada ao lixo, realmente é Fantástico.

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Enfim, sai da cadeia o trabalhador injustamente preso no Cenpes no Rio

Trabalhador foi preso supostamente por tentar levar para casa uma pequena quantidade de frango, sobra do almoço, que estava destinada ao lixo

Depois de oito dias de cárcere, enfim Cláudio Charles Gonçalves saiu da cadeia nesta terça-feira (4). Ele foi acusado de furto pela Ultraserv, a empresa em que trabalhava há cerca de três anos, supostamente por tentar levar para casa uma pequena quantidade de frango, sobra do almoço, que estava destinada ao lixo. A Ultraserv é uma empresa terceirizada que presta serviços ao Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), na Ilha do Governador, no Rio.

A informação de que ele seria libertado ainda na terça, foi do advogado Custódio de Carvalho se confirmou no final da tarde. O documento foi emitido pela 23ª Vara Criminal. Cláudio Charles foi detido em casa, na terça-feira (28), ficou preso em Bangu I, sendo posteriormente transferido para Japeri.

Além de Cláudio Charles outros dois trabalhadores também foram levados de camburão do seu local de trabalho, dentro do Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), na Ilha do Governador, em junho deste ano: Diogo Cardoso, de 27 anos, e Marcos Paulo, de 24 anos de idade. Posteriormente, foram surpreendidos com a ordem de prisão preventiva. Diogo e Marcos Paulo conseguiram evitar a prisão, mas o colega Cláudio foi detido dentro de casa e levado para a prisão em camburão e algemado, diante dos vizinhos e familiares.

Petroleiros farão ato de solidariedade aos trabalhadores processados

Na quinta-feira, 6 de setembro, haverá dois atos de solidariedade aos três trabalhadores: na parte da manhã, às 7 horas, na entrada do expediente, a manifestação será no Cenpes. Às 12h30, o Sindicato dos Petroleiros promoverá um ato de solidariedade em frente ao Edifício sede da Petrobrás (Edise), na Avenida Chile, no centro do Rio.

Cláudio, Diogo e Marcos Paulo – agora sim, com a prisão preventiva efetivamente revogada – deverão estar presentes à manifestação no Edise. Além da imprensa, estão convidados a participar sindicalistas, estudantes, cidadãos comuns e todos aqueles que ainda conseguem se indignar com injustiças e arbitrariedades!

Toda a nossa solidariedade a Cláudio, Diogo, Marcos e a seus familiares: cadeia é para quem precisa dela. Não é lugar para trabalhador de ficha limpa!

Fonte: Agência Petroleira de Noticias
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Ato de solidariedade aos Trabalhadores Presos na Petrobrás

PETROLEIROS FARÃO ATO DE SOLIDARIEDADE AOS TRABALHADORES PROCESSADOS 

Na quinta-feira, 6 de setembro, haverá dois atos de solidariedade aos três trabalhadores: na parte da manhã, às 7 horas, na entrada do expediente, a manifestação será no Cenpes. Às 12h30, o Sindicato dos Petroleiros promoverá um ato de solidariedade em frente ao Edifício sede da Petrobrás (Edise), na Avenida Chile, no centro do Rio.

Cláudio, Diogo e Marcos Paulo – agora sim, com a prisão preventiva efetivamente revogada – deverão estar presentes à manifestação no Edise. Além da imprensa, estão convidados a participar sindicalistas, estudantes, cidadãos comuns e todos aqueles que ainda conseguem se indignar com injustiças e arbitrariedades !

Toda a nossa solidariedade a Cláudio, Diogo, Marcos e a seus familiares: cadeia é para quem precisa dela. Não é lugar para trabalhador de ficha limpa!

Enfim, trabalhador sai da cadeia

Depois de oito dias de cárcere, enfim Cláudio Charles Gonçalves saiu da cadeia, nesta última terça-feira (4). Ele foi acusado de furto pela Ultraserv, a empresa em que trabalhava há cerca de três anos, supostamente por tentar levar para casa uma pequena quantidade de frango, sobra do almoço, que estava destinada ao lixo. A Ultraserv é uma empresa terceirizada que presta serviços ao Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), na Ilha do Governador, no Rio. 

A informação de que ele será libertado ainda hoje é do advogado Custódio de Carvalho. Por volta de 16 horas, o oficial de justiça estava a caminho da 2ª Vara Criminal de Japeri, com o alvará de soltura na mão. O documento foi emitido pela 23ª Vara Criminal. Cláudio Charles foi detido em casa, na terça-feira (28), ficou preso em Bangu I, sendo posteriormente transferido para Japeri. 

Além de Cláudio Charles outros dois trabalhadores também foram levados de camburão do seu local de trabalho, dentro do Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), na Ilha do Governador, em junho deste ano: Diogo Cardoso, de 27 anos, e Marcos Paulo, de 24 anos de idade. Posteriormente, foram surpreendidos com a ordem de prisão preventiva. Diogo e Marcos Paulo conseguiram evitar a prisão, mas o colega Cláudio foi detido dentro de casa e levado para a prisão em camburão e engemado, diante dos vizinhos e familiares.

Fonte: Agência Petroleira de Notícias
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Prisões na Petrobrás repercutem no país inteiro

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SBT: Homem é preso por pegar um pedaço de frango congelado na empresa


Um erro do Ministério Público do Rio de Janeiro levou um homem à prisão por pegar um pedaço de frango congelado na empresa onde trabalhava.

O caso aconteceu em julho. O ajudante de limpeza Cláudio Gonçalves Pereira, era funcionário de uma empresa terceirizada e trabalhava na cozinha de um centro de pesquisa da Petrobras. Ele e mais dois amigos foram pegos com frango e iogurte na bolsa, foram levados a delegacia e liberados após pagamento de fiança.

Segundo eles, os alimentos seriam jogados no lixo, porque estavam impróprios para o consumo. Em nota, a empresa Ultraserve, onde os três trabalhavam, disse que o material não seria descartado e que não estava fora da validade.

A Petrobras não quis comentar o caso, e o advogado do sindicato dos petroleiros, que assumiu a defesa dos rapazes, atribuiu a prisão de Cláudio a um erro da Justiça e do Ministério Público, já que a fiança já havia sido paga.

SBT Brasil
publicado em 3/9/2012 às 19:50

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A Globo noticiou caso dos Trabalhadores presos injustamente no CENPES

Clique aqui e assisto o vídeo da reportagem.

Justiça manda prender funcionários acusados de furtar frango congelado

Funcionários afirmam que empresa já tinha jogado os frangos no lixo.
Empresa nega: diz que frango estava na validade e não seria descartado.


Três funcionários de uma empresa que presta serviços de alimentação, na Ilha do Fundão, foram presos em flagrante, acusados de tentar levar para casa pedaços de frango congelado, como mostrou o RJTV. Eles pagaram fiança e foram soltos. Os funcionários alegaram que só pegaram a comida que seria jogada no lixo. Mesmo assim, o Ministério Público pediu que eles ficassem presos até o fim do julgamento. Um deles voltou para cadeia e está preso há sete dias.

O incidente ocorreu no dia 19 de junho no restaurante do Centro de Pesquisas da Petrobras, na Ilha do Fundão. A empresa terceirizada que oferece lanches e refeições à Petrobras registrou queixa na delegacia contra três funcionários que estariam levando para casa alimentos, como frango, iogurte e barra de cereais. Eles foram presos em flagrante sob a acusação de tentativa de furto. No dia seguinte, 20 de junho, pagaram fiança, equivalente a um salário-mínimo, e foram soltos.

No próprio dia 20 de junho, o Ministério Público pediu a prisão preventiva porque entendeu que o crime era mais grave por se tratar de funcionários da empresa. A Justiça decretou a prisão, que foi cumprida na semana passada.

Apesar da prisão revogada, funcionário ainda está preso
Cláudio Charles Gonçalves Pereira foi o único a ser encontrado pela polícia e preso. Segundo a família, ele foi levado para o Presídio Bangu 2, de onde foi transferido para o Presídio de Japeri, na Baixada Fluminense. Na quinta-feira, a prisão dos três foi revogada, mas Cláudio ainda aguarda o alvará de soltura.

“Eu fico indignada. Ele pegou o que não era para pegar, mas ele apanhou porque estava no lixo. Ele achou que podia apanhar pois ia para o lixo. Então, ele levava para casa”, disse a mãe de Cláudio, Maria Lúcia Pereira.

Diogo de Jesus, um dos acusados, também alega que os alimentos retirados da empresa seriam descartados como lixo. “Eu estava preparando o lixo para descarte, quando abri um saco e achei um frango que estava sendo jogado fora. Então, fiz um embrulho para levar para casa. É melhor ir para minha casa do que ir para o lixo”, afirmou ele.


Advogado diz que Justiça exagerou


O advogado dos três funcionários, João Custódio, diz que houve exagero da Justiça ao decretar a prisão preventiva, já que todos tinham emprego e endereço certo e não tinham antecedentes criminais.

“Não existe nenhum elemento que pudesse justificar a prisão preventiva, até porque, a lei atual 12.403, que alterou o artigo 319 do Código Penal, e não admitiria prisão nesse caso, que seria um crime de furto de forma tentada, de pequeno valor econômico, o qual a lei estabelece até que não se aplique a sansão penal nesses casos”, ressaltou Custódio.

Em nota, a empresa afirma que o material furtado pelos funcionários não seria descartado, não estava no lixo e nem fora do prazo da validade. Por isso, a empresa procurou a delegacia, e que, daí em diante, o caso passou a ser da alçada da polícia e da Justiça.

A promotora que pediu a prisão preventiva está de férias e não foi encontrada. A juíza que concedeu a prisão disse que não vai se manifestar porque o processo ainda não terminou.

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Prisão na Petrobrás : Trabalhador pega comida do lixo e vai parar na cadeia

A realidade pode ser mais dura do que a ficção. No Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes), três trabalhadores de uma empresa que presta serviços à estatal foram retirados em camburão do trabalho e processados criminalmente. Um deles, Cláudio Charles Gonçalves, de 33 anos, está desde terça (28) preso na 54º DP, em Belford Roxo. Hoje (29) seria transferido para o presídio de Bangu. O crime cometido? Tentou levar para casa um frango jogado no lixo. Eles trabalham para a firma Ultraserve, contratada pela Petrobrás e responsável por servir as refeições no restaurante do Cenpes. 

A retirada dos três rapazes do seu local de trabalho em camburão, diante de todos os colegas, aconteceu no dia 19 de julho. Diogo Cardoso, 27, também processado, é um jovem magro, de olhar assustado. Ele relatou que uma de suas funções na Ultraserve é recolher os sacos de lixo para descarte. Disse que as normas da Anvisa são muito rigorosas e os frangos, depois de descongelados, quando não aproveitados na refeição, são sempre descartados, “pois não poderiam ser congelados novamente”.

Assim, teria achado um desperdício aquele descarte. Com o produto já no lixo – dois ou três frangos – achou que não haveria problema em dividir aqueles restos de comida com um amigo. Foi o que fez, dividindo o descarte com Cláudio Charles, que no momento está preso. Segundo a sua esposa, ele está muito abalado emocionalmente, “por causa da vergonha a que está sendo submetido”.

O amigo Diogo – ambos são vizinhos na localidade de Nova Aurora, em Belfort Roxo – só não foi para a cadeia esta semana, porque não estava em casa quando a polícia chegou, a mando da Ultraserve, com ordem de prisão preventiva. O que não impediu sua esposa de passar por momentos de tensão, quando a polícia adentrou pela sua casa. Aos 27 anos de idade, Diogo já tem três filhos, um deles com necessidades especiais.

O terceiro trabalhador processado criminalmente pela Ultraserve é Marcos Paulo, de 24 anos, residente numa comunidade em Caxias. Ele trabalhava em outro restaurante do Cenpes, quando foi detido. Seu crime foi tentar levar para casa, achando que dava para aproveitar, “algumas barrinhas de chocolate quebradas e amassadas e um pouco de iogurte fora da validade”.

Se hoje Marcos Paulo não está detido em Bangu, preso preventivamente como se fosse um perigoso fora da lei, é porque não estava em casa, no momento em que a polícia chegou à casa de seus pais com a ordem de prisão.

O Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) denunciou há cerca de um mês, em editorial publicado no jornal Surgente, o absurdo daqueles processos criminais. Na ocasião, o sindicato já exigia providências da Petrobrás contra o que considerou um abuso de autoridade e desrespeito aos trabalhadores.

Mas, na terça (28), recebe uma notícia ainda mais inusitada: é decretada a “prisão preventiva” dos trabalhadores, a pedido da Ultraserve. Em apoio às vítimas dessa arbitrariedade, o sindicato indicou um advogado para acompanhar o caso. O mais ilógico é que as leis em vigor jamais condenariam à prisão três trabalhadores de ficha limpa, por tentar levar para casa ninharias destinadas ao lixo. A prisão preventiva deveria estar reservada a bandidos perigosos que ameaçam a sociedade.

Na manhã desta quarta (29), os trabalhadores da Ultraserve fizeram uma paralisação no Cenpes, em solidariedade aos colegas injustados. Representantes do Sindipetro-RJ se reuniram com a gerência de Recursos Humanos (RH) do Cenpes e aguardam providências. O advogado que vai defender os trabalhadores dará entrevista à TV Petroleira, ao vivo, na próxima segunda-feira, 3 de setembro, às 19 horas) – o endereço eletrônico é tvpetroleira.tv


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Responsabilidade Social na PETROBRÁS...


Presença de policiais, a paisana, armados, ameaçando trabalhadores no Comperj


O Sindipetro-RJ leva ao conhecimento das autoridades constituídas, denúncias da maior gravidade em nossa base de representação. A Veloz, empresa de transporte contratada pela Petrobras no Rio de Janeiro, está usando de meios ilegais para ameaçar trabalhadores que buscam melhorias salariais.
A direção da Petrobras tem conhecimento disso: que poliais armados transitam dentro e fora do Comperj. Esses policiais são contratados pela empresa Veloz e usam de armas de fogo para intimidar trabalhadores. Inclusive um dos motoristas ameaçado urinou nas calças, amedrontado. Outro líder do movimento recebeu um telefonema com o seguinte teor: O seu marido é bombeiro? Não? Então diga para ele, que ele está brincando com fogo!
Essa empresa, a Veloz, apesar de graves problemas criados dentro da Companhia, o que mancha a imagem da Petrobras, ganha sucessivas licitações. Essa empresa, a cerca de três anos chegou a ser expulsa da Transpetro sede por má conduta e, de modo suspeito, simultaneamente ganhou um contrato maior na sede da Petrobras.
A direção do Sindipetro-RJ, apesar de não ser o representante legal dos motoristas, apoia a luta de motoristas e de qualquer categoria que se dê em nossa Base, desde que justa, legal e legítima.
Colocando-nos à disposição para prestar eventuais esclarecimentos, subscrevemo-nos,
Atenciosamente,
Emanuel Jorge de Almeida Cancella
Coordenador da Secretaria Geral do SINDIPETRO-RJ

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Trabalhadores são Constrangidos e Presos na Petrobrás


Três trabalhadores saíram de Camburão do Centro de Pesquisas da Petrobrás por causa de dois pedaços de frango e três barras de cereais

A mando da representante Ultraserv, terceirizada para serviços de alimentação e restaurante, a segurança patrimonial, da Petrobras procedeu no dia 19/06 uma revista surpresa aos armários e demais pertences pessoais dos trabalhadores daquela empresa. Obrigados a desligar seus telefones celulares, colocados em filas e sob escolta, foram levados aos seus armários onde se deu o ocorrido.

Com truculência, os trabalhadores foram surpreendidos pela revista, pois segundo a dona da empresa que comandou a ação da segurança patrimonial, haveria denuncias de furto. Após a revista foram encontrados dois pedaços de frango que, segundo trabalhadores ouvidos pelo sindicato, seriam descartados pois eram sobras do almoço,  três barras de cereais e quatro iogurtes com datas vencidas em mochilas de três funcionários. O fato foi classificado de tentativa de furto e a Polícia Militar foi chamada. Três trabalhadores foram levados presos. Saíram do Centro de Pesquisas da Petrobrás de camburão.

Dois deles pagaram fiança de aproximadamente R$600,00 e foram liberados as 23h do mesmo dia. Um deles, no entanto, sem condições de pagar passou a noite preso na delegacia, saindo no dia seguinte, tb após pagar fiança com apoio dos colegas que se cotizaram para levantar a quantia. Caso não o fizessem ele seria transferido da carceragem da delegacia para a cadeia.

Na reunião da comissão local de SMS dia 21/06, a questão foi levantada na presença do representante da segurança patrimonial que participou da ação. Ele  narrou resumidamente, mas preferiu somente informar os detalhes na presença de seu gerente superior. O Sindipetro-RJ requisitou as cópias das fitas das câmeras de vigilância e o padrão da Petrobrás, que a segurança patrimonial teria seguido. Nos próximos dias poderá ser instaurada comissão de investigação para apurar os fatos e identificar responsabilidades.  
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