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Petroleiros: É hora de lutar


Dieese/RJ revela que os petroleiros tiveram perda salarial acima de 5%


O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Escritório Regional do Rio de Janeiro, divulgou, nesta terça-feira (24/7), seu estudo preliminar “Conjuntura da campanha pela renovação da Convenção Coletiva de Trabalho de 2012”, no qual avalia a evolução salarial dos petroleiros do Rio de Janeiro e recomenda reajustes (para 1º setembro/2012), de 5,94% (ICV-DIEESE) e 4,97% de acordo com o INPC-IBGE
De acordo com o Dieese, o estudo “visa apoiar a Direção do Sindicato dos‭ ‬Petroleiros‭ ‬do Rio de Janeiro‭ ‬em sua campanha pela renovação das convenções coletivas de trabalho junto ao patronato”.
O estudo levou em conta, também, o comportamento da economia brasileira, que precisa ser retomada, pois apresenta desaceleração. Segundo o Dieese, em 2010, a economia nacional teve um crescimento de 7,5% e caiu para 2,7% em 2011. “Tal resultado refletiu,‭ ‬por um lado,‭ ‬as medidas restritivas impostas pela política monetária do Banco Central,‭ ‬que elevou a taxa básica de juros‭ (‬Selic‭) ‬de‭ ‬8,75%,‭ ‬em abril de‭ ‬2010,‭ ‬para‭ ‬12,75%,‭ ‬em julho de‭ ‬2011,‭ ‬e,‭ ‬por outro lado,‭ ‬aos efeitos da crise econômica na zona do euro”.
Para a análise da evolução salarial dos petroleiros, o Dieese se baseou em dois índices: ICV-DIEESE e INPC-IBGE. O período estudado – setembro/2011 a agosto/2012 – apresentou uma variação, respectiva, de 5,94% e 4,97%. E no mesmo período os salários foram reajustados em 0,00%. As perdas salariais: -5,61% (agosto/2012, ICV-DIEESE) e -4,73% (agosto/2012, INPC-IBGE).
Assim, o Dieese sugere reajustes (para 1º setembro/2012), respectivos, de 5,94% e 4,97%, de acordo com o INPC-IBGE.
É de extrema importância que os petroleiros tenham conhecimento do presente estudo, na íntegra, sobretudo com o aproximar das negociações do novo dissídio coletivo da categoria.
Baixe agora mesmo o estudo (formato pdf), que está dividido em dois arquivos.
Fonte: Dieese/RJ, com edição da Agência Petroleira de Notícias.
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Petroleiros: Composição de nossa federação 2012-2015


Com a reincorporação do Sindipetro-RJ, a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) está com nova composição em sua direção. A nova formação foi aprovada no último dia do VI Congresso, realizado no último fim de semana, em São José dos Campos, entre os dias 27 e 29 de julho.
Segue abaixo a Composição da Direção Executiva Nacional; dos Suplentes da Executiva Nacional, do Conselho Fiscal e da Comissão de Ética. O mandato será de três anos, com início em 1º de agosto de 2012 e término no dia 31 de julho de 2015.
Todos os nomes são representantes dos cinco sindicatos filiados à FNP (Sindipetro AL/SE, Sindipetro-LP, Sindipetro PA/AM/MA/AP, Sindipetro-RJ e Sindipetro-SJC), proporcionalmente ao número de filiados.
DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL (funciona como Colegiada)
Sindipetro AL/SE – nº de filiados – 4410.
1. Alealdo Hilário dos Santos
2. Clarckson Messias Araújo do Nascimento
Sindipetro LP – nº de filiados – 3796.
1. Ademir Gomes Parrela
2. César Caetano Júnior
3. Gervásio Fernandes Silva
Sindipetro PA/AM/MA/AP – nº de filiados – 1120.
1. Agnelson Silva
Sindipetro RJ – nº de filiados – 6480.
1. Claiton Coffy
2. Edison Munhoz Filho
3. Emanuel Jorge de Almeida Cancella
4. José Maria dos Santos Nascimento
5. Levi Figueiredo
Sindipetro SJC – nº de filiados – 939.
1. José Ademir da Silva
SUPLENTES DA DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL – DIRETORIA PLENA DA FNP
(Formada com a Diretoria Executiva, no total de 26 nomes, excetuando até o congresso de 2013, que o Sindipetro AL/SE ficará com 2 nomes na Executiva e 2 nomes na Plena)
1. Carlos Puríssimo (Sindipetro LP)
2. Celso Alves “Kafu” (Sindipetro RJ)
3. Eduardo Amaro dos Santos (Sindipetro AL/SE)
4. Eduardo Henrique Soares da Costa dos Santos (Sindipetro RJ)
5. Fabíola Mônica da Camara Diniz Gonçalves (Sindipetro RJ)
6. Gilvani Alves dos Santos (Sindipetro AL/SE)
7. Hélio Ricardo Batista da Cunha (Sindipetro RJ)
8. Hugo Antonio Fagundes (Sindipetro RJ)
9. João Luis Cravo (Sindipetro LP)
10. Júlio César Araújo (Sindipetro S J Campos)
11. Paulo Gilberto de Almeida “Paulinho” (Sindipetro LP)
12. Silvio Claudio Ferreira da Silva (Sindipetro PA/AM/MA/AP)
CONSELHO FISCAL
1. Edson Antonio de Souza (Sindipetro SJC)
2. Francisco Soriano de Souza Nunes (Sindipetro RJ)
3. Raimundo Gomes da Silva (Sindipetro PA/AM/MA/AP)
4. Stoessel Chagas Nunes “Toeta” (Sindipetro AL/SE)
5. Valdemar Barbosa do Amaral (Sindipetro LP)
COMISSÃO DE ÉTICA
1. Adaedson B. Costa (Sindipetro do LP)
2. Gildo Francisco Pereira (Sindipetro AL/SE)
3. Ivan Luiz de Andrade (Sindipetro RJ)
4. João Damaceno dos Santos Neto (Sindipetro-SJC)
5. O Sindipetro PAAMMAAP não apresentará nome.

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Petrobrás: Trabalhadores vetam nome de governista ao Conselho de Administração


Só a FUP dá o Branco que a sua Chapa Merece!!!
Silvio Sinedino, presidente da AEPET, será o representante dos empregados no Conselho de Administração da Petrobrás. Candidato apoiado pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Sindipetro-RJ e Fenaspe, Sinedino obteve 49,36% dos votos (6.972), contra 43,22% (6.105) do candidato chapa branca. Num total de 14.126 votos, foram 873 nulos (6,18%) e 176 (1,25%) brancos.
O resultado foi anunciado pela companhia na manhã desta terça-feira (06/03), após mais de um mês de campanha. As eleições, iniciadas em 1º de fevereiro, foram encerradas apenas no último minuto da segunda-feira (05/03), quando apenas dois candidatos seguiam na disputa.
Falando pela primeira vez como candidato eleito para o C.A. da Petrobrás, Sinedino agradeceu o apoio e os votos da categoria. Na entrevista, reiterou os compromissos assumidos durante a campanha, de uma gestão independente da União e da diretoria da estatal. Silvio, com aval da FNP, Aepet, Sindipetro-RJ e da base petroleira, prometeu questionar a lei do presidente Lula, que impede a participação do representante eleito nas discussões sobre os trabalhadores.
Com a vitória de Sinedino, candidato cuja plataforma foi a total autonomia e independência em relação à empresa e ao governo, a categoria diz mais um vez um NÃO contundente à federação governista.
Apoio incondicional da Petrobrás, campanha ostensiva de 12 sindicatos petroleiros, notas de apoio, materiais publicitários de peso, fotos bem produzidas, vestindo ternos bem costurados e trajes sociais, tal qual um acionista da companhia. Nada disso foi suficiente. O candidato chapa branca, cuja tarefa seria seguir rigorosamente a política do Governo, foi barrado pelos petroleiros.
Mesmo com toda a desigualdade imposta pela empresa durante o processo eleitoral, com regras claramente favoráveis ao candidato da empresa e uma comissão eleitoral majoritariamente da federação governista, os trabalhadores não hesitaram em expulsar do C.A uma entidade que vem traindo sucessivamente a categoria nas campanhas de ACT e PLR.
Parabenizamos Silvio Sinedino e, principalmente, os petroleiros de todo Brasil por demonstrarem mais uma vez sua insatisfação com a atual direção do movimento sindical petroleiro, reforçando através do voto a necessidade de construir uma nova ferramenta de luta. POR  · 06/03/2012

Aos poucos, como em todo processo deste vulto, os petroleiros vão construindo sua história de luta. A FUP, após ser criada e cumprir um papel foi se degenerando, até se tornar nisto que vemos hoje. Para quem não a conhece sugiro a leitura de "FUP, a fábula da federação única"

Nem mesmo o apoio explícito da empresa e de seus dirigentes, atuais e passados, foi capaz de fazer os trabalhadores apostarem no projeto que o opositor de Sílvio Sinedino representava.

Agora é bola pra frente e mãos à obra. Parabéns aos trabalhadores pela escolha e ao companheiro Sinedino pela confiança nele depositada. 


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Petroleiros: A Fábula da Federação Única

O que é a FUP?

FUP significa federação única dos petroleiros. Foi criada em um momento de luta há anos atrás, quando os trabalhadores sentiram a necessidade de uma organização para lutar.

Se a FUP Foi feita para a luta então porque nos desfiliamos dela?

    Com o passar do tempo a FUP  foi se cristalizando e se afastando de suas bases e do interesse dos trabalhadores. Foram criados mecanismos para se tornar impossível a intervenção das bases na direção. Sua cúpula passou negociar com a direção sobre como implantar as medidas da empresa sobre os trabalhador e não a conduzir lutas contra estas medidas.

Mas não seria mais correto mudar a FUP em vez de sair dela?

    Sim, claro, e seguimos esse caminho por longos anos. Nos mobilizamos, elegemos delegados para os congressos e mesmo sabendo de irregularidades em várias bases nas escolhas de delegados conseguimos fazer assembléias e levar os nossos. Em Junho de 2004 estávamos presentes em minoria na direção da FUP. Lá dentro porém ficou claro o papel da FUP junto à empresa. A nossa recusa à apoiar a repactuação e apoio incondicional aos companheiros aposentados levou a Maioria da direção, composta por pessoas ligadas à mesma corrente político-ideológica do governo e da direção da empresa, a votarem nossa cassação. 

Mas foi "só isso" ?

    Não, não foi. A partir de 1997 a empresa começou um processo de retiradas de direitos da categoria. Os funcionários que entrassem não teriam mais Anuênio, Complemento das Férias ou Plano Petros entre outras coisas. A FUP ficou ao lado da empresa e não nos ajudou a conduzir a luta. Alguns sindicatos e oposições nos apoiaram desde o primeiro momento, assim como aposentados (que sempre estiveram ao nosso lado) e grande parte da Ativa. Quando não deu mais para lutar contra a FUP passou a dizer que nos apoiava, mas criou uma isonomia parcial que a cada vitória nossa dizia já ter sido alcançada e tentava nos levar a parar por ali mesmo.

Mas isso não é radicalismo?

Radicalismo foi a FUP, a convite da empresa, mandar representantes seus para percorrer todas as bases da Petrobrás para convencer os trabalhadores a entregarem seus direitos e caírem no mar das incertezas através da repactuação sem explicar devidamente os riscos associados. Hoje o temos centenas de ações buscando a "desrepactuação".

Radicalismo foi um representante da FUP alegar que os novos funcionários não deveriam ter direito ao Plano Petros I, pois caso este morresse teria direito o mesmo direito que os mais antigos. (Vai que algum espertinho já entre pensando em morrer....)

Radicalismo é não fazer assembléias, e quando muito deixar para fazer apenas para referendar a "proposta final" do RH da empresa. Já houve momentos em que mesmo com a indicação da FUP de aceitação defendemos a rejeição. Um dos diretores veio a nós e pediu que aprovássemos pois "já estava combinado com o RH desde a última mesa de negociação, se vocês aprovarem nós perderemos a confiança do RH".

Radicalismo é cassar aqueles que trazem propostas das bases que vão contra os interesses da empresa.

E a FNP?

A FNP é a Frente Nacional dos Petroleiros. Todos aqueles que estavam insatisfeitos e cansados de remar contra a maré patronal da FUP resolveram iniciar um diálogo na busca de uma nova unidade dos trabalhadores. Ela já existe e está em pleno processo de fortalecimento. Contando com pleno apoio do Sindipetro-RJ  ela é composta atualmente sindicatos e oposições em todo o Brasil. Os trabalhadores aos poucos estão percebendo nosso trabalho e o sinal disso foi a votação expressiva que a oposição do norte fluminense obteve.

Quem são os sindicatos que estão ao lado da FNP?

Sindipetro-AL/SE (Alagoas/Sergipe)
Sindipetro-LP (Litoral Paulista)
Sindipetro-SJC (São José dos Campos)

Ok, mas mesmo a FUP agindo assim não é melhor buscar a unidade ?

Claro que é, a buscamos constantemente. Em todas as negociações pedimos mesa única para unirmos as forças. A FUP nunca aceita. Na greve da PLR chamamos a FUP para lutarmos, a entidade informou que já estava indicando aprovação e correu com as assembléias. Eles não esperavam é que as bases da FNP rejeitassem e optassem pela paralisação. Chamamos então uma greve conjunta. A FUP não aceitou, mas várias bases suas ignoraram isso e tivemos um movimento de trabalhadores de todo o país querendo novas assembléias para rejeitar também e seguir lutando. Conquistamos alguns avanços mas junto com a empresa a FUP começou a minar o movimento. Mas ali mostramos quem está na luta e segue a vontade das assembléias.

E como foi o processo de sair da FUP?

Houve uma série de assembléias em todas as bases envolvidas e um plebiscito. Por ampla maioria nos desligamos da FUP e decidimos seguir no apoio à FNP. 

E porque a FUP quer tanto voltar?

Bom, os motivos são vários e entre eles podemos citar a contínua precarização de nosso trabalho e ataques aos nossos direitos. Enquanto os trabalhadores querem resistir mantendo seus avanços a FUP tem como missão "negociar" estas retiradas com as bases para facilitar o processo com a empresa, como foi na repactuação e na nossa busca por isonomia.

Sem contar que havendo líderes sem representação nas bases a simples eleição de delegados para compor a direção da FUP permitiria que estes pudessem seguir dispensados do trabalho, mesmo que de maneira artificial e contra os interesses dos trabalhadores. 

Mas se a FUP segue os interesses da empresa, então a FNP é contra a empresa? 

A FNP está ao lado dos trabalhadores e junto com estes busca defender a empresa com unhas e dentes. Basta ver a campanha "O petróleo tem que ser nosso", onde na luta contra os leilões do governo de nossas áreas produtivas e pesquisadas pela Petrobrás diretores nossos foram reprimidos, apanharam e foram presos e hospitalizados. A FUP preferiu ficar olhando de longe e fingir que não sabia do que se tratava.
Somos contra a atual direção da empresa e de sua subserviência aos acionistas. Somos contra estas políticas de RH que prejudicam os trabalhadores. Somos contra os leilões e lutamos pela renacionalização da Petrobrás e de nosso petróleo. Somos contra o desrespeito aos nossos colegas petroleiros contratados. E contra os ataques aos companheiros aposentados que lutaram para construir esta empresa. 

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FNP, Perguntas e Respostas...

Acompanhando de perto algumas eleições sindicais, como do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo, por exemplo, notei uma série de equívocos presentes nas discussões com os companheiros de base. Gostaria de comentar e dividir tais questões, jogando assim alguma luz sobre o assunto...

As Chapas da FUP costumam afirmar que "tudo que os gerentes, a direção da Petrobrás e o governo querem é que nossa categoria fique dividida". Neste sentido eles tem razão. Por isso a FNP sempre chama mesa de negociações única e calendário único de mobilizações, mas a FUP se recusa a unificar as lutas com trabalhadores que não concordam com seus "indicativos".



Temos que lembrar também que por impedir e dividir as lutas da categoria muitos dirigentes da FUP ganharam boas gerências. A Própria direção da empresa tem fupistas históricos (como a de RH por exemplo, que detona com a categoria e já foi dirigente do Sindipetro Unificado - SP). O governo por sua vez é o mesmo que a FUP, sem consultar a categoria para pelo menos levar críticas, ofereceu apoio incondicional.



Que gerentes, diretores da Petrobrás e o governo (que controla a empresa) queiram nos dividir, isso não é novidade. Mas é no mínimo curiosa a posição da antiga federação de dizer estas coisas num momento de eleções.

No demais, parte das confusões que surgiram entre os trabalhadores no meio deste processo estão aqui:

A FNP não participa de mobilizações nacionais porque quem "comanda"é a FUP?

Bom, para começar mobilizações não são, ou não devem ser, comandadas por sindicatos ou centrais. O comando dos rumos de uma categoria deve vir de assembléias de trabalhadores e não de "conselhos deliberativos" que servem apenas para "dar indicativos" já esperados pela direção da empresa.
Dizer que a FNP não participa das mobilizações é no mínimo um equívoco. Em todas as mobilizações a FNP busca se integrar e fortalecer a luta, afinal quem se mobiliza são os trabalhadores, independente da federação ou sindicato a que estejam ligados. Um bom exemplo foi a jornada de três dias de manifestações dos dias 6, 7 e 8 de julho. Embora a FUP tenha se recusado a um calendário conjunto, em nome da unidade dos trabalhadores as bases não alinhadas com esta central aprovaram em assembléias mobilizações no dia 7 de julho. As vitórias são sempre da categoria, e não de uma ou outra central. A FNP não é tão ciumenta assim...

A FNP não compõe a mesa de negociações?

Sugiro que os companheiros perguntem a alguem que defenda a chapa da FUP o porque disso. a FUP não aceita!! Há anos chamamos a FUP para compor uma mesa única. A mando da direção da empresa a FUP se recusa. Seria importante que todos os trabalhadores de bases da FUP colocassem em assembléia a proposta de mesa única com a FNP nas próximas negociações. A discussão sobre a PLR ainda não acabou, ainda há tempo para cobrar isso.

A FUP tem mesmo o apoio de dirigentes históricos "comprometidos com a luta dos petroleiros"?

A direção da Petrobrás sempre reconheceu os "serviços prestados" pelos diretores da FUP e por seus defensores nos sindicatos da categoria, basta ver no link a seguir:


E não esqueçam de confirmar com o pessoal das antigas...

E quanto á campanha pelo petróleo? 

Qualquer projeto que não exija o fim imediato dos leilões que estão sendo feitos pelo governo é indefensável.

E os aposentados e pensionistas?

A gota d'água que levou á desfiliação da FUP por várias bases foi o ataque aos aposentados. A cúpula da FUP decidiu, a mando da direção da Petrobrás, apoiar com todas as forças a Repactuação. Ali os aposentados tomaram o grande golpe, trocaram o certo pelo duvidoso. 
Os sindicatos que discutiram esta questão em assembléias foram para o confup defender que ainda havia muito por se conversar e que até aquele momento muitas bases não concordavam com a Repactuação, logo não deveria ser decisão de congresso, mas sim motivo de assembléias. Mas a maioria da direção da FUP já havia se comprometido com a Petros/Petrobras. Com mentiras e desinformação FUP/Petros/Petrobrás convenceram e pressionarm os aposentados. Depois do terrorismo feito e da repactuação assinada é que perceberam a armadilha. Hoje o que há é uma pilha de preocessos querendo desrepactuar. Isso sem falar, entre outras coisas da RMNR apoiada pela FUP. Bom, tirem suas conclusões.

FUP, a Grande Organizadora de Derrotas

O papel da FUP tem sido no decorrer dos anos organizar as derrotras da categoria. Em seus "teatrinhos" se diz de luta, mas na prática...

O que ocorre é que quando a direção da Petrobrás quer impor alguma derrota á categoria age sempre da mesma forma:

Faz uma proposta bem pior do que a real e vai discutindo com a FUP até que cheguem a um acordo "negociado", mas exige que só soltará a proposta se a direção da FUP, após a reunião do "conselho Deliberativo" prometer indicar a aceitação. Aí sim a FUP faz algumas assembléias indicando a aceitação ( e a proposta tem que ser aceita para não perder a confiança da direção da Petrobrás). O discurso final todos conhecemos:

Foi uma conquista histórica da categoria.....(rs).

É isso realmente que queremos?

Pardal

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