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Bancários: ASSEMBLÉIA PARA DEFLAGRAR A GREVE É HOJE, ÀS 19H

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas convoca todos os trabalhadores para a assembleia que acontece hoje, na sede da entidade, à rua Marcondes Salgado, 4-44, Centro. A primeira chamada é às 18h30 e a segunda, às 19 horas.

Na última reunião com o movimento sindical, no dia 4, a Fenaban manteve a proposta de reajustar em 6% todas as verbas salariais. Não podemos aceitar essa mixaria! É hoje o dia de rejeitá-la e de deflagrar a greve por tempo indeterminado, a partir do dia 18. Um dia antes, no dia 17, haverá nova assembleia para discutir a organização da greve.

Só no primeiro semestre, os sete maiores bancos (BB, Itaú, Bradesco, Santander, Caixa, HSBC e Safra) lucraram R$ 25,8 bilhões. Ao mesmo tempo, guardaram R$ 39,6 bilhões para se prevenirem da inadimplência. Há dinheiro de sobra para melhorar a vida dos bancários!

Reivindicamos 23% de reajuste, sendo 5,5% de inflação e 17,5% de recuperação das perdas salariais. De 1994 para cá, os bancários da Caixa Econômica Federal já perderam 90% do seu poder de compra, e os do Banco do Brasil, 80%. Enquanto isso, os lucros só cresceram.

Todos os sindicatos do país estão orientando os trabalhadores a cruzarem os braços, e a orientação do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas não é diferente. Estejam todos prontos para a greve. Vamos à luta!

Bauru, 12 de setembro de 2012

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BAURU E REGIÃO / CONLUTAS
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Bancários: indicativo de greve nacional para o dia 18 de setembro

Bancários de todo Brasil apresentaram indicativo de greve para o dia 18 de setembro com realizações de assembleias com a categoira para preparar a paralisação nos dias 12 e 17 deste mês. A decisão foi tomada após reunião com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) que acabou sem acordo, na última terça-feira (3).

Segundo o membro do MNOB ( Movimento Nacional de Oposição Bancária), Bento José, além do indicativo de greve, o movimento defende que nesse período, até o dia 18, ocorram paralisações parciais para construção da greve. Além disso, que seja votado na assembleia do dia 12, uma paralisação de 24 horas ou retardamento de entrada até as 12 horas para o dia 13 de setembro e greve por tempo indeterminado a partir do dia 18.

Mobilizações esquentam a campanha – campanha salarial dos bancários começou a esquentar. Pelo país, a categoria que tem como data base o mês de setembro, realizou, no dia 3 de setembro, um dia de mobilizações por direitos.

Os funcionários do Banco do Brasil participaram desse dia de luta e fizeram um ato em São Paulo. O MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária) que faz oposição ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, e integra a CSP-Conlutas, participou da mobilização com paralisação de uma hora no prédio do Complexo São João, maior prédio do Banco do Brasil de São Paulo, onde trabalha 1800 bancarios e também no local que centraliza o crédito imobiliário do Banco do Brasil de todo o país via CSI (Centro de Suporte Imobiliario).

Os manifestantes se direcionaram para a Praça do Patriarca onde realizaram um ato unificado. Muitos deles, estampavam o adesivo sobre a luta pela jornada de seis horas, criada pelo MNOB.

Os bancários do Banco do Brasil reivindicam reposição das perdas salariais; carga horária de seis horas para todos, sem redução de salário; isonomia entre os concursados pré e pós ano de 1998; que os bancos incorporados, entre os quais Nossa Caixa, possam utilizar o mesmo convênio médico da rede credenciada CASSI, entre outras reivindicações.

Segundo o membro do MNOB, Bento José, a direção do Sindicato de dos Bancários de São Paulo e a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) não defendem como prioridade as reais necessidades dos bancários. “Eles não tomam como prioridade tratar de pontos estruturais e igualmente importantes para nós, como seis horas para todos, sem redução de salários, e a questão da isonomia entre novos e antigos funcionários, pois essa é uma reivindicação, principalmente dos bancos públicos e leva a mobilização. Para eles, não é interessante enfrentar o governo”, justifica Bento.

No Pará, os funcionários do Banpará, já decretaram greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (4). (saiba mais aqui).

Na última sexta-feira (31/08), os funcionários da Caixa Econômica Federal fizeram importantes mobilizações na luta pela isonomia, com paralisações parciais do trabalho como foi o caso de São Paulo, Florianópolis, Porto Alegre e Vitoria.

A prioridade do MNOB na campanha salarial é a luta pela jornada de seis horas sem redução salarial, isonomia para todos (mesmo direitos para antigos, novos e bancários de bancos incorporados, reposição das perdas salariais e ratificação da convenção 158 da OIT (que proíbe a demissão imotivada). Já houve quatro rodadas de negociação, mas a proposta de 6%, apresentada pela Fenaban, foi recusada.

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Itaú promete caçar empregados lesionados

Durante toda a manhã de terça-feira, dia 17/01/12, os diretores do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas mantiveram fechada a agência Vila Cardia do Itaú, localizada na avenida Duque de Caxias. A paralisação foi organizada depois da demissão de duas bancárias da agência. As duas trabalhadoras, demitidas sem justa causa, tinham em comum o fato de terem sofrido problemas de saúde recentemente.

Para o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas, as demissões são mais que injustas -- são covardes! -- e vão acabar prejudicando ainda mais a vida dessas mulheres, que tinham plenas condições de exercer atividades dentro do banco. Vão prejudicar também a vida dos poucos bancários que restaram na agência, que ficarão ainda mais sobrecarregados.
  
Fusão maldita

Ao lado do Banco do Brasil, o Itaú é o maior banco do país. Nos últimos anos, vem obtendo isoladamente os maiores lucros do sistema financeiro nacional. Lucros recordes, gigantescos! Só nos três primeiros trimestres de 2011, por exemplo, lucrou cerca de R$ 11 bilhões. Não há, portanto, nenhuma justificativa para as demissões em massa que o Itaú Unibanco está promovendo em todo o Brasil. Foram mais de 4 mil no ano passado.



Quando o Itaú se uniu ao Unibanco, Roberto Setubal, todo pimpão, dava entrevistas dizendo que não haveria demissões. Não passa de um mentiroso!


Extraoficialmente, o Itaú diz que vai demitir todos os lesionados até o final do ano. Portanto, o Sindicato de Bauru/Conlutas faz um alerta a todos os que se encontram ameaçados: que estejam com a documentação em dia, pois as duas bancárias demitidas não estavam.


Não custa lembrar que a imensa maioria das doenças diagnosticadas entre os bancários é decorrente da falta de funcionários, das pressões por metas absurdas e do assédio moral. Ou seja: os bancos são os grandes responsáveis pelos problemas de saúde dos empregados.


Clique aqui e leia a matéria na fonte.
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Bancários, carteiros e nós, Petroleiros

Pois é senhores, os bancários em 2011 entraram em greve, mesmo diante dos lucros altíssimos declarados belos próprios bancos os patrões foram inflexíveis. Os trabalhadores dos correios, vítimas disso que chamamos de “Democracia” foram obrigados a voltar ao trabalho, compensar os dias parados e ameaçados de multa o caso prosseguissem em greve. O presidente dos correios, ex-presidente da Petros e ex-sindicalista, foi convidado pela própria Dilma para cumprir este papel de conter os trabalhadores. E os petroleiros, o que faremos?

Em agosto os dirigentes das principais estatais - Correios, Banco do Brasil, Caixa, Infraero e Petrobras - foram orientados pela Presidenta  Dilma e pelo ministro Guido Mantega a negar qualquer reajuste salarial com ganhos acima da inflação para seus empregados. A diretriz seria parte do aperto fiscal prometido pelo governo para enfrentar a crise mundial.


Não poderia ser diferente, sempre que há crises o trabalhador é “convidado” a dar sua cota de sacrifício. Pessoalmente acho que os trabalhadores de fato deveriam fazer vários sacrifícios: Sacrificar os Banqueiros, os donos das grandes construtoras, os ex-sindicalistas que mudaram de lado, etc... Mas o fato é que isoladamente estes sacrifícios não surtiriam efeito, pois o sistema se protege e se regenera, e a menos que adotássemos um modelo novo de sociedade os sacrificados seriam substituídos por outros mais capazes e que evitariam novos sacrifícios.

Está havendo uma grande reorganização sindical no Brasil e isso impacta diretamente em nosso dia-a-dia. Em várias categorias, como bancários e carteiros, por exemplo, oposições estão sendo criadas e fortalecidas pelos trabalhadores. Isso demonstra a falta de representatividade das antigas entidades, já distantes das bases, que tentam limitar as lutas dos trabalhadores a mesas de negociação onde são discutidas apenas as formas de impor a vontade dos patrões sem causar muito estardalhaço entre os trabalhadores. Qualquer migalha daí é então chamada de “Conquista Histórica da Categoria”. Estes sindicalistas são mediadores de derrotas, pois não impulsionam os trabalhadores às vitórias.

Não são poucos os companheiros sindicalistas que são de luta mas ainda estão ligados a entidades já degeneradas. Aos poucos vão se dando conta que a luta dos trabalhadores é dinâmica e que deve ser reinventada a todo o momento. O que não podemos jogar fora é a experiência acumulada. Estes companheiros devem ser convidados a lutar ombro a ombro conosco e juntos devemos criar as bases de um sindicalismo que, independente do governo, represente e dialogue com os trabalhadores. Um sindicalismo que não tenha medo de assembléias, que aceite críticas, que não venda os trabalhadores para obter cargos e que não tome decisões sem consultar suas bases.  

A Direção da Petrobrás, junto com a FUP, jogou uma casca de banana para enganar os trabalhadores. Negociaram a reposição da inflação pelo IPCA e a promessa de “diálogo permanente” sobre as ditas cláusulas sociais. Bom, de diálogo permanente nós entendemos bem, basta ver os milhares de GT’s (grupos de trabalhos) eternos que são criados diariamente para dar a impressão de que as questões estão em “andamento”.

A idéia do RH foi simples, tentar fortalecer a já combalida FUP junto aos trabalhadores e ao mesmo tempo implementar a política do Planalto de aumento real Zero.

A inflação está subindo e em pouco tempo a reposição dada já estará defasada. Os prognósticos dos mercados são de um cenário de inflação crescente para os próximos dois anos, não podemos aceitar que sejamos sacrificados em nome de um superávit fiscal enquanto os banqueiros enchem seus bolsos.

É nossa missão enquanto categoria estratégica buscar a união com as demais categorias afetadas!!

Todo apoio aos companheiros Bancários, Aeroviários, Carteiros, Professores e demais categorias !!

Em 2012 vamos à luta camaradas!!
Pardal
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